
Essa coisa chamada felicidade está, precisamente, em saber-se dar conta, em saber-se aproveitar e colher esses «bons momentos». Não há segredo nenhum, não há nenhuma transcendência, não há qualquer drama. A felicidade é algo muito terreno, traduzida em pequenas coisas. É preciso estar alerta e atento para não deixar fugir os «bons momentos», tendo consciência deles, saboreando-os e sugando-os até ao tutano, ao âmago, porque o tempo passa rápido demais. A felicidade não se conjuga nem no passado nem no futuro, apenas no presente.